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Acesso ao Parque do Ibirapuera será pago

No meio do ano, entrará em votação na Câmara Legislativa Municipal um projeto de lei dando respaldo legal para a instalação de bilheterias e cobrança de ingressos no valor de R$ 7,55 aos usuários do parque.

A Prefeitura da Cidade de São Paulo recebeu no dia 10 de fevereiro um estudo encomendado a uma empresa de novas soluções em projetos e urbanismo, que objetivava a cobrança de taxa de entrada no Parque do Ibirapuera e servirá de base para esse projeto de lei.

A Assessoria do Parque disse que o parque sofrerá uma mudança de nome, que passará a se chamar Novo Ibira. Nas bilheterias do parque será respeitada a lei de meia-entrada para estudantes, a não cobrança de crianças menores de cinco anos e a isenção a idosos com mais de 65 anos.

Júlio Pires, presidente da ONG Ibirapulmão - criada por frequentadores do parque e moradores da região -, afirmou que a ideia dos vereadores em taxar a entrada dos seus usuários surgiu do déficit das contas da subprefeitura que administra o parque pois, segundo ele, o montante repassado pela prefeitura não chega a pagar a filtragem da água do lago e a poda das árvores da entrada do obelisco.

“Agora, repassar mais este custo à população que utiliza esta área verde e já paga os impostos é lamentável”, concluiu Júlio.

O Parque arrecada R$ 1,2 milhão entre licenças para pontos de venda como lanchonetes e no aluguel dos espaços culturais para exposições e bienais. A Prefeitura repassa outros R$ 600 mil. Mesmo assim, o custo operacional do parque ultrapassa o valor arrecadado e chega a R$ 3,4 milhões por mês. Daí surgiu a ideia de cobrar a entrada ao Parque.

Porém, a dúvida que fica é a seguinte: já não pagamos impostos o suficiente para que possamos usufruir de um lugar que deveria ser de domínio público? Um dos únicos refúgios gratuitos que havia em São Paulo agora também será pago. Novidade…

Novas cédulas de real começam a circular

Você já viu essas notas por aí? Não? Pois começará a ver. O Banco Central lançou nessa quarta-feira, dia 3, a segunda família de cédulas do real.

As notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, aumentando de acordo com o valor da nota, assim como o euro.

As cédulas começarão a circular gradualmente até 2012. Nesse tempo, as notas antigas continuarão valendo até serem completamente substituídas. A troca das cédulas antigas pelas novas será feita “naturalmente”, de acordo com o desgaste das primeiras. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que não é necessário que a população vá ao banco trocar as notas, pois as duas famílias – a velha e a nova -, vão conviver. Ele também afirmou que as novas notas de R$ 50 e R$ 100 serão as primeiras a circular, no primeiro semestre.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que as mudanças nas cédulas do real foram feitas por segurança contra falsificação.



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